Eu eternamente cantarei a paz
Quando surgir um tempo de esperança
Não vá pensar, não vá pensar
Que ao virar a esquina haverá mudança
Brilharemos pelos que virão por causa de nós
E da intervenção divina
Que abençoou a claridez da nossa sina
Canções ao violão libertando o coração
Deus perdoe a pobreza da nobreza
Deus proteja a vida de quem quer que seja
Eu eternamente cantarei a paz
Eu eternamente cantarei amor
Eu eternamente cantarei para você mãe natureza
E quando o amor bater não vou deixar fugir
E a luz da esperança vai reacender
Do infinito a força para reagir e sumir com a dor
_Natiruts_
30.9.05
27.9.05
"Ninguém pode livrar os homens da dor, mas será bendito aquele que fizer renascer neles a coragem para a suportar."
_Selma Lagerlof_
_Selma Lagerlof_
Ultrapassado
Segue em fim a vida
Segue sim
Sem cor, sem fascínio
Vasta avenida de extermínio
Deve ser meu triplo aquecedor
Mais um buraco eu me encosto
E ligo pro rebocador
Gente vem, gente vai
Pensa bem
Riso idiota
(pensa bem)
_Mundo Livre S/A_
23.9.05
From Hell do Céu
Me parece agora que eles perderam o controle
Nessa corrida de ratos, sei muito bem quem tá na pole
Se agride ou agrada
O seu lugar no grid de largada não muda nada
Sobrevoe num vôo o zôo onde você sobrevive
Observe a ordem natural das coisas em declive
Inclusive eu tive lá, e não te vi lá
Frente a frente, lado a lado
Tête-à-tête, com os mestres das marionetes
Vê se assimila
Quem orquestra, quem adestra e quem tem a chave-mestra
Quem dilata sua pupila, quem nos aniquila
From hell do céu
Quebrar barreiras, comunicação na torre de babel
Interferência na freqüência
Acordar primeiro pra realizar o sonho é a ciência
Eu disparo e paro no infinito
Reabasteço, sigo em frente, é bonito
Viajo pelo espaço e o que eu vejo eu deixo escrito
E só Jah Jah pode me dar um veredicto
Uns desistem, outros ficam, alguns desistem e ficam
Só espaço físico ocupam e indicam
A tragicomédia de quem não tem da própria existência as rédeas
Cérebros de férias, vários vagabundos festejando o fim do mundo
Enquanto isso, o cidadão comum se sente ridículo
Não encontra paz no versículo, batendo de porta em porta
Debaixo do braço um currículo, família inteira no cubículo
Depende do Ecad, depende do Green Card
Acorda cedo e dorme tarde, completando o círculo vicioso, perigoso
Que nem garimpar na reserva dos Cinta-larga
Black Alien canta a vida amarga através do Rap e do Ragga
Contra todas as pragas
Sem medo de quem, que nem um cão, morde a mão que afaga
Eu disparo e paro no infinito
Reabasteço, sigo em frente, é bonito
Viajo pelo espaço e o que eu vejo eu deixo escrito
E só Jah Jah pode me dar um veredicto
Enquanto o mundo muda pela música
Preparo poesia de aço na minha siderúrgica
Um hábito noturno inspirado em Saturno
E seus anéis em torno, não há retorno
Eu sempre estive aqui, no verbo cru que nem sashimi
A verdade virá à tona pelo parto, infarto no miocárdio
Revolução não será televisionada nem virá pelo rádio
Metal inox, instrumental e mental na jukebox
Golpe baixo, perde ponto, é que nem no boxe
Prepare a esquiva, informação real pro povo à deriva
Na terra da terra improdutiva
_Black Alien_
20.9.05
"Eu te amo até o fim, eu quero a vida sempre assim
Com você perto de mim
Ao som de Tom Jobim, Miles Davis e o seu trompete
Eu falo no seu ouvidinho, você se derrete
E aos domingos ouvindo Charles Mingus
Você me diz: “Vem em mim Gus”
E me promete debaixo do edredon
Ao som de Louis Armstrong
Que ninguém vai nos separar, nem a Babylon
Eu só quero ficar, não boto pilha pra sair
Eu, você e a TV, tá aconchegante aqui
Ah! Minha linda, eu te amo
Ah! Meu Deus, como eu te quero
Onde ’cê tiver eu vou
Você sabe que é sincero"
_Black Alien - Como eu te quero_
Gosto do Black Alien porque o cara faz umas músicas fodas ou porque ele é um Gustavo que eu me identifico pra caralho? Sei lá, acho que os dois. Mas agora eu gosto dele por causa dessa música, AHuAhA, muito, muito, muito louca.
Trampinho maldito essa daqui ó, por Zeus. Porque eu não ganho na loteria hein? Porque eu não posso ficar em casa com uma internet banda larga de boa, jogando meu video-game e me preparando pra fuvest, fazendo meus rolês de final de semana, umas viagenzinhas quando possível, com o meu carango de boa, não é muito o que estou pedindo, vou ralar pra caralho, vou sim, mas eu quero ralar quando for pra ganhar dinheiro de verdade onde o meu trabalho eu consiga comprar alguma coisa, consiga fazer algo de verdade, não bancar minhas laricas, comprar meu cigarro, um baseadinho de vez em quando, tomar uma cervejinha e fazer um rolê aqui outro ali e mal se conseguir comprar uns pano, um andante (AHUHuA, é da hora chamar tênis assim). É foda hein, preciso arrumar um jeito de ganhar dinheiro resmungando das coisas, porque isso eu sei que eu faço bem. Rebelde nato!
Fiquem na paz!
Com você perto de mim
Ao som de Tom Jobim, Miles Davis e o seu trompete
Eu falo no seu ouvidinho, você se derrete
E aos domingos ouvindo Charles Mingus
Você me diz: “Vem em mim Gus”
E me promete debaixo do edredon
Ao som de Louis Armstrong
Que ninguém vai nos separar, nem a Babylon
Eu só quero ficar, não boto pilha pra sair
Eu, você e a TV, tá aconchegante aqui
Ah! Minha linda, eu te amo
Ah! Meu Deus, como eu te quero
Onde ’cê tiver eu vou
Você sabe que é sincero"
_Black Alien - Como eu te quero_
Gosto do Black Alien porque o cara faz umas músicas fodas ou porque ele é um Gustavo que eu me identifico pra caralho? Sei lá, acho que os dois. Mas agora eu gosto dele por causa dessa música, AHuAhA, muito, muito, muito louca.
Trampinho maldito essa daqui ó, por Zeus. Porque eu não ganho na loteria hein? Porque eu não posso ficar em casa com uma internet banda larga de boa, jogando meu video-game e me preparando pra fuvest, fazendo meus rolês de final de semana, umas viagenzinhas quando possível, com o meu carango de boa, não é muito o que estou pedindo, vou ralar pra caralho, vou sim, mas eu quero ralar quando for pra ganhar dinheiro de verdade onde o meu trabalho eu consiga comprar alguma coisa, consiga fazer algo de verdade, não bancar minhas laricas, comprar meu cigarro, um baseadinho de vez em quando, tomar uma cervejinha e fazer um rolê aqui outro ali e mal se conseguir comprar uns pano, um andante (AHUHuA, é da hora chamar tênis assim). É foda hein, preciso arrumar um jeito de ganhar dinheiro resmungando das coisas, porque isso eu sei que eu faço bem. Rebelde nato!
Fiquem na paz!
19.9.05
Neutro, quero seguir a vida assim nos próximos dias.
Indiferente, será minha reação a todas as coisas.
Sozinho, quero estar com meus sentimentos dessa forma
[eles e eu
Ciúmes - maldita vaidade que gostaria de nunca sentir.
Vontade - companhia antiga que eu tanto detesto.
Raiva - ao invés de controlar, quero não mais passa-la.
Tristeza - pela velha merda de esperar algo de alguém
[eu e ela
Gostaria eu de levar uma vida sem problemas, ou ao menos uma que tenha alguns problemas menos de filho da puta do que o meu, mas firmeza. Vida a gente modifica pouco, bem pouco. Na maioria dos casos somos alvo.
Quero nos próximos dias escolher a minha missão para minha vida, quero sair da banalidade de existir e viver de verdade. E cheguei a conclusão de que ninguém vem com uma missão pra Terra, a gente encontra uma, escolhe, ou acha que escolhe ou encontra. Eu nem acredito nessa coisas, olha eu contradizendo coisas das quais não creio.
Vida maldita. Grrr!!!
Não aguento mais...
Fiquem na paz!
Indiferente, será minha reação a todas as coisas.
Sozinho, quero estar com meus sentimentos dessa forma
[eles e eu
Ciúmes - maldita vaidade que gostaria de nunca sentir.
Vontade - companhia antiga que eu tanto detesto.
Raiva - ao invés de controlar, quero não mais passa-la.
Tristeza - pela velha merda de esperar algo de alguém
[eu e ela
Gostaria eu de levar uma vida sem problemas, ou ao menos uma que tenha alguns problemas menos de filho da puta do que o meu, mas firmeza. Vida a gente modifica pouco, bem pouco. Na maioria dos casos somos alvo.
Quero nos próximos dias escolher a minha missão para minha vida, quero sair da banalidade de existir e viver de verdade. E cheguei a conclusão de que ninguém vem com uma missão pra Terra, a gente encontra uma, escolhe, ou acha que escolhe ou encontra. Eu nem acredito nessa coisas, olha eu contradizendo coisas das quais não creio.
Vida maldita. Grrr!!!
Não aguento mais...
Fiquem na paz!
14.9.05
Nunca mais
Nunca mais
A tua face será pura limpa e viva
Nem o teu andar como onda fugitiva
Se poderá nos passos do tempo tecer.
E nunca mais darei ao tempo a minha vida.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
A luz da tarde mostra-me os destroços
Do teu ser. Em breve a podridão
Beberá os teus olhos e os teus ossos
Tomando a tua mão na sua mão.
Nunca mais amarei quem não possa viver
Sempre,
Porque eu amei como se fossem eternos
A glória, a luz e o brilho do teu ser.
Amei-te em verdade e transparência
E nem sequer me resta a tua ausência.
És um rosto de nojo e negação
E eu fecho os olhos para não te ver.
Nunca mais servirei senhor que possa morrer.
_Sophia de Mello Breyner Andresen_
13.9.05
Se
Se podes conservar o teu bom senso e a calma
No mundo a delirar para quem o louco és tu.
Se podes crer em ti com toda a força de alma
Quando ninguém te crê, se vais faminto e nu.
Trilhando sem revolta um rumo solitário.
Se à torva intolerância, à negra incompreensão,
Tu podes responder subindo o teu calvário,
Com lágrimas de amor e bênçãos de perdão.
Se podes dizer bem de quem te calunia,
Se dás ternura em troca aos que te dão rancor.
Mas sem a afectação de um santo que oficia,
Nem pretensões de sábio a dar lições de amor.
Se podes esperar sem fatigar a esperança.
Sonhar, mas conservar-te acima do teu sonho.
Fazer do pensamento um arco de aliança,
Entre o clarão do inferno e a luz do céu risonho.
Se podes encarar com indiferença igual
O triunfo e a derrota, eternos impostores.
Se podes ver o bem oculto em todo o mal,
E resignar sorrindo o amor dos teus amores.
Se podes resistir à raiva e à vergonha,
De ver envenenar as frases que disseste,
E que um velhaco emprega eivadas de peçonha,
Com falsas intenções que tu jamais lhes deste.
Se podes ver por terra as obras que fizeste,
Vaiadas por malsins, desorientando o povo.
E sem dizeres palavra, e sem um termo agreste,
Voltares ao princípio a construir de novo.
Se puderes obrigar o coração e os músculos,
A renovar um esforço há muito vacilante,
Quando no teu corpo, já afogado em crepúsculos,
Só exista a vontade a comandar avante.
Se vivendo entre o povo és virtuoso e nobre.
Se vivendo entre os reis, conservas a humildade.
Se inimigo ou amigo, o poderoso e o pobre,
São iguais para ti à luz da eternidade.
Se quem conta contigo encontra mais que a conta.
Se podes empregar os sessenta segundos
Do minuto que passa em obra de tal monta
Que o minuto se espraie em séculos fecundos.
Então, á ser sublime, o mundo inteiro é teu!
Já dominaste os reis, os tempos, os espaços.
Mas, ainda para além, um novo sol rompeu,
Abrindo o infinito ao rumo dos teus passos.
Pairando numa esfera acima deste plano,
Sem receares jamais que os erros te retomem,
Quando já nada houver em ti que seja humano,
Alegra-te, meu filho, então serás um homem!
_Rudyard Kipling_
- tradução de Féliz Bermudes -
6.9.05
Por Zeus, estou ficando rouco de uma tal maneira que estou ficando até abismado, talvez seja os constantes gritos sufocados, as vezes em que queria xingar e tive que ficar calado.
E hoje pairou um vazio, por incrível que pareça um vazio que me deixou tranqüilo, não sei o porque da tranqüilidade, não sei o porque do vazio. Talvez seja a idéia abraçada de que eu não quero mais nada na vida além de uma única coisa; a idéia de que tudo que eu tenha ou venha a ter não prestará pra nada enquanto eu estiver dessa maneira; a idéia e o medo da derrota constante; a fraqueza por ter me tornado dependente, dependente de um amor que eu não tenho mais; talvez a idéia de que eu tenho que encarar algo que não quero, uma vida nova; e aprender a gostar de ver ela bem com outra pessoa, não comigo; tenho que saber que a vida nunca será justa; de que qualquer vacilo você não terá uma segunda chance provavelmente.
É o vazio, que me dominou, e eu quero que ele fique mais forte a cada dia, que eu consiga me sentir neutro, leve e flutuante. Sem sentido algum, sem nexo nenhum, apenas um.
Impar!
Não quero, não quero e não quero conhecer mais ninguém, vou ficar por aqui de boa, seguindo o fluxo do rio para o qual eu nem sei aonde vai dar, foi mal, foi mal mesmo, mas do jeito que estou não consigo me relacionar com ninguém, mais ninguém. Não sei nem se eu encaro conhecer alguém, tenho medo. A verdade é que eu vou encontrar um jeito de consertar a minha vida, estou até apelando para pessoas espiritas, videntes, cartomantes, astrologia. Logo eu que não creio em nada divino, estou apelando pra tais coisas, eu que não lembrava o que era rezar, fiz disso um ritual, todo dia, meia-noite, começa um novo dia, nasce uma nova esperança de melhora, não importa qual seja o modo. Mas mudei minhas preces, apenas vou rezar para que ela tenha plena consciência de que foi amada, de que foi amada de verdade, de que não importa o tamanho do erro que eu tenha feito, não foi por tal motivo que significa que não a amava mais, ela sabe, sabe de tudo, só que não teve uma alma boa falando de qualquer valor bom, entrei numa "batalha", onde meu exército só tinha um único soldado, não foi por um momento de fraqueza e qualquer outro motivo junto ou isolado que seja, só quero isso, apenas isso. Talvez consiga encarar a vida sem ela, talvez. Mas não digo o mesmo de que talvez eu encare isso sem ela saber da verdade, sem acreditar no que é real.
Vou rezar, todo dia, todo dia, para eu achar uma maneira de voltar a viver, e de que amar não quero de novo aprender. Motivo do post? Nenhum! Quero deixar um marco em cada nova coisa inserida em minha mente, e o melhor lugar aqui? Quer comentar, tem algumas dicas de como me ajudar a sair dessa, sinta-se a vontade, saiba que preciso da sua ajuda então. Ah, estou dando de louco total, que lixo. Louco que sou, nesse hospício de pessoas simplistas.
"Mais uma vez,
prisioneiro da solidão..."
"Só eu andei, solidão
Não encontrei, flor maior..."
Não quero reler uma palavra só escrita nesse post, amo quando o meu lado racional é neutralizado, amo mesmo.
Fiquem na paz!
E hoje pairou um vazio, por incrível que pareça um vazio que me deixou tranqüilo, não sei o porque da tranqüilidade, não sei o porque do vazio. Talvez seja a idéia abraçada de que eu não quero mais nada na vida além de uma única coisa; a idéia de que tudo que eu tenha ou venha a ter não prestará pra nada enquanto eu estiver dessa maneira; a idéia e o medo da derrota constante; a fraqueza por ter me tornado dependente, dependente de um amor que eu não tenho mais; talvez a idéia de que eu tenho que encarar algo que não quero, uma vida nova; e aprender a gostar de ver ela bem com outra pessoa, não comigo; tenho que saber que a vida nunca será justa; de que qualquer vacilo você não terá uma segunda chance provavelmente.
É o vazio, que me dominou, e eu quero que ele fique mais forte a cada dia, que eu consiga me sentir neutro, leve e flutuante. Sem sentido algum, sem nexo nenhum, apenas um.
Impar!
Não quero, não quero e não quero conhecer mais ninguém, vou ficar por aqui de boa, seguindo o fluxo do rio para o qual eu nem sei aonde vai dar, foi mal, foi mal mesmo, mas do jeito que estou não consigo me relacionar com ninguém, mais ninguém. Não sei nem se eu encaro conhecer alguém, tenho medo. A verdade é que eu vou encontrar um jeito de consertar a minha vida, estou até apelando para pessoas espiritas, videntes, cartomantes, astrologia. Logo eu que não creio em nada divino, estou apelando pra tais coisas, eu que não lembrava o que era rezar, fiz disso um ritual, todo dia, meia-noite, começa um novo dia, nasce uma nova esperança de melhora, não importa qual seja o modo. Mas mudei minhas preces, apenas vou rezar para que ela tenha plena consciência de que foi amada, de que foi amada de verdade, de que não importa o tamanho do erro que eu tenha feito, não foi por tal motivo que significa que não a amava mais, ela sabe, sabe de tudo, só que não teve uma alma boa falando de qualquer valor bom, entrei numa "batalha", onde meu exército só tinha um único soldado, não foi por um momento de fraqueza e qualquer outro motivo junto ou isolado que seja, só quero isso, apenas isso. Talvez consiga encarar a vida sem ela, talvez. Mas não digo o mesmo de que talvez eu encare isso sem ela saber da verdade, sem acreditar no que é real.
Vou rezar, todo dia, todo dia, para eu achar uma maneira de voltar a viver, e de que amar não quero de novo aprender. Motivo do post? Nenhum! Quero deixar um marco em cada nova coisa inserida em minha mente, e o melhor lugar aqui? Quer comentar, tem algumas dicas de como me ajudar a sair dessa, sinta-se a vontade, saiba que preciso da sua ajuda então. Ah, estou dando de louco total, que lixo. Louco que sou, nesse hospício de pessoas simplistas.
"Mais uma vez,
prisioneiro da solidão..."
"Só eu andei, solidão
Não encontrei, flor maior..."
Não quero reler uma palavra só escrita nesse post, amo quando o meu lado racional é neutralizado, amo mesmo.
Fiquem na paz!
